Estudantes da RSE praticam o voluntariado

Principal
  • Seção
    Pastoral
  • Publicada em:
    09/07/2012
  • Fonte:
    Maria Luiza e Isabela de Freitas.

Estudantes da RSE, em Brasília-DF, visitam creche e levam doações a famílias menos favorecidas. Integrante do grupo fala sobre a experiência do voluntariado.  

 

Por meio do voluntariado, o jovem encontra uma forma real e concreta de ser um agente de transformação social. Com o desejo de fazer alguma coisa por aqueles que mais precisam, os alunos do ensino médio do Centro Educacional Maria Auxiliadora (CEMA), em Brasília-DF, articulam-se no Grupo Juvenil de Voluntariado e investem tempo e talento em atividades solidárias na região administrativa do Varjão, no Distrito Federal.

Acompanhados pela assistente social Renata Fazani e o professor Reinaldo dos Anjos, o grupo de voluntários e os alunos da banda do CEMA realizaram a primeira visita à Creche Tia Angelina para conhecer a realidade da área de transferência do Varjão. Durante a visita, os alunos doaram às famílias da região os alimentos arrecadados durante a festa junina do colégio.

 

Aluna fala sobre a experiência do voluntariado

“Entrei no CEMA aos 12 anos e estou saindo com 17. No decorrer desses 5 anos, tive a benção, a graça, o milagre, a oportunidade de conhecer o trabalho voluntário e posso afirmar com toda certeza do mundo que foi a melhor das experiências que eu já tive na vida”, declara a aluna  Isabela de Freitas, coordenadora jovem da banda do CEMA.  

Isabela ressalta que no colégio salesiano ela aprendeu a lidar melhor com os problemas da vida, e aceitar a própria realidade como a melhor possível: “Quando você tem a chance de conviver com famílias carentes, com pais que choram ao dizer que não sabem mais o que fazer para colocar arroz e feijão no prato dos filhos, a gente percebe que a comida que sobra no nosso prato, a roupa que sobra no nosso armário podem fazer a diferença na vida das pessoas que precisam”.

Para a aluna, é preciso fazer com que os jovens de hoje aprendam a lidar com tudo isso e entendam que a vida não se limita a um mundo particular, mas a uma realidade mais ampla que precisa ser transformada: “Não adianta cruzar os braços, jogar a culpa na política e continuar compartilhando post revoltadinho no Facebook. É necessário levantarmos e darmos as mãos em busca de um bem comum. Se cada um fizer sua parte, a gente tem chance de mudar o mundo”, afirma a estudante.

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